04/09/2026 10:45:38
Atualizado em 04/09/2026 11:02:49
Todo médico carrega para a vida memórias de momentos marcantes com grandes mestres. Para além dos conteúdos e das avaliações, são as histórias, os conselhos, as referências profissionais e até as curiosidades sobre quem ensina que ajudam a construir a trajetória dos profissionais quando ainda estão em formação. Por isso, vale refletir o quão importante é o papel do corpo docente que vai ensinar, aconselhar, despertar novos interesses e ajudar a construir, no dia a dia, a relação com a profissão escolhida.
Para conhecer um pouco mais sobre os professores que deixam marcas na trajetória dos estudantes de Medicina do Unifeso, o Feso News conversou com Mauro Rosa, aluno da turma 103. A partir de suas memórias e experiências ao longo da graduação, ele compartilhou histórias de dois docentes que, de maneiras diferentes, contribuíram para sua formação. Os eleitos foram Kelli Parrini e Romualdo Gama, lembrados por Mauro não apenas pelo conhecimento transmitido, mas pela capacidade de criar vínculos e inspirar os alunos.
A relação com Kelli Parrini começou nas aulas de Farmacologia e Bioquímica, disciplinas que, segundo Mauro, ocupavam uma segunda-feira inteira de atividades. Mesmo diante de uma rotina extensa, a professora conseguia tornar o momento mais leve e próximo dos estudantes. "Conseguiu transformar as aulas de farmacologia e bioquímica, que duravam uma segunda-feira inteira (!!), num dia agradável e suportável", conta.
Para Mauro, a maneira carinhosa como Kelli se relacionava com a turma fazia diferença dentro e fora da sala de aula. Segundo ele, a professora estava sempre disponível para tirar dúvidas e também para aconselhar os alunos sobre diferentes assuntos. O vínculo construído com a turma 103 foi tão significativo que Kelli foi escolhida como paraninfa da turma.
Se Kelli é lembrada pelo acolhimento e pela proximidade, Romualdo Gama aparece na trajetória de Mauro como uma referência de excelência profissional. Durante o período em que esteve com a turma, o professor estimulou os estudantes a buscarem sempre o melhor, relacionando o conhecimento adquirido à responsabilidade de oferecer o melhor cuidado possível aos pacientes. "Ele nos apresentou o 'sarrafo' e o que era ser médico", afirma Mauro.
A experiência também despertou reflexões sobre o futuro profissional. A partir das aulas e da convivência com o professor, a Ginecologia e Obstetrícia passou a ser considerada como uma possibilidade de especialização por Mauro e, segundo ele, também por outros estudantes da turma 103.
Para Mauro, é justamente essa combinação entre preparo profissional e capacidade de estabelecer conexões que diferencia os professores do Unifeso. Mais do que transmitir conteúdos, eles também participam da construção da identidade profissional dos estudantes. "Além de profissionais muito bem preparados, são pessoas capazes de se conectar com a gente. Aprendemos muito uns com os outros", destaca.
A influência, segundo ele, permanece mesmo depois que a aula termina. Ao recordar sua trajetória, Mauro resume o impacto dessa convivência em uma frase que vai além do aprendizado acadêmico: "Ao final de todo encontro, além do conteúdo absorvido, me sentia mais apaixonado pela profissão que escolhi, pelos exemplos que tive", recorda.
Inscrições abertas para cultivar boas lembranças como MedTerê
Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo de Medicina do Unifeso para ingresso nos 1º e 2º semestres de 2027. Os candidatos podem escolher a forma de ingresso que melhor se encaixa em sua trajetória: fazer a prova do Vestibular ou aproveitar a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As inscrições seguem até o dia 13 de outubro, às 18h, e devem ser feitas exclusivamente pelo site http://medicinaunifeso.com.br/ . A taxa de inscrição é de R$ 400.
Por Giovana Campos